segunda-feira, 18 de julho de 2011

TURBILHÃO DE SENTIMENTOS

 Na vida, desde o nosso nascimento, experimentamos um turbilhão de sentimentos e levamos tempo para decifrá-los.
Muitas vezes nos perguntamos como seria bom ter a juventude somada à maturidade e sabedoria da velhice. Pergunta essa que hoje sei não ter fundamento, porque, como acredito, Deus nos colocou nesse mundo para aprender, chegar o mais perto da perfeição do bem.
O bem que deve ser o pilar da nossa vida, das nossas decisões, dos nossos pensamentos. E o bem? O bem é o maior desafio que Deus nos colocou à frente. Ser bom o tempo todo. Quem consegue? Ser bom quando se é ofendido, ser bom quando se é humilhado, ser bom ao ser xingado, rechaçado, quem consegue, em sã consciência, fazer isso. Se existe alguém nesse mundo que consegue, é mentira.
Por isso estamos aqui, vivemos a dificuldade do nascimento, o desconhecido.        Logo vem a infância alegre que precede a adolescência conturbada e rebelde, quando nada tememos e tudo nos é possível.
E aí sim, quando estamos no auge da força física e saúde, somos brindados com o envelhecimento, que chega rasteiro, lento, nos impondo limites desconhecidos (assim como era no nascimento), porém nos traz a maturidade e sabedoria que nos ensinará a conviver com esses limites, para isto importante será as escolhas que faremos na juventude. Essas escolhas nos permitirão ao longo da vida, descobrir se merecemos envelhecer.



Escrito por: Nicéia Regina Paradella
Ás 20:23 horas de 18/07/2011

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